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📹 Assassinato em Vila Velha: polícia prende coautor de homicídio no Rio Marinho, mas executor segue foragido.

  • 22 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Foto: SESP/ES - Polícia pede ajuda à população para localizar Charlim.


Na tarde desta terça-feira (22), a Polícia Civil realizou uma coletiva na Chefatura de Santa Luzia, em Vitória, para apresentar a conclusão do inquérito que investigava o assassinato de Luan Fernandes Manoel, de 22 anos, ocorrido em 10 de janeiro, no bairro Rio Marinho, em Vila Velha.


Segundo a polícia, Igor de Barros Santos, conhecido como “Borracha”, foi preso por ter participado do crime, enquanto o executor Charles Alves Azevedo - Charlim, de 25 anos, ainda segue foragido.


O crime aconteceu quando Igor teria encontrado a vítima em uma barbearia no Rio Marinho e passado a localização para Charlim. Ao chegar ao local, Charlim surpreendeu Luan enquanto ele subia em uma moto. A vítima ainda tentou fugir com o capacete na cabeça, mas foi atingida por diversos disparos, incluindo tiros na região da cabeça, que resultaram em sua morte.


Após o homicídio, o executor foi atacado por um cachorro que havia fugido de um quintal próximo, deixando cair um carregador de pistola e seu celular, itens que auxiliaram a polícia a identificá-lo e solicitar a prisão temporária.


Foto: SESP/ES - Luan sofreu tentativa de homicídio em abril de 2024.


De acordo com o delegado Cleudes Júnior, a motivação do crime estaria ligada ao roubo de uma arma de fogo. Luan, que já havia sofrido uma tentativa de homicídio em abril do ano passado, integrava a facção PCV, enquanto Charlim pertence à facção TPC. A polícia informou que, após diversas tentativas frustradas de recuperar a arma roubada por Luan, Charlim decidiu cometer o homicídio.


Foto: SESP/ES - Borracha foi quem entregou a localização de Luan ao assassino.


No dia 30 de janeiro, Borracha foi preso no bairro Jardim Marilândia por porte ilegal de arma de fogo, portando uma arma no momento da prisão. Ele permaneceu detido por menos de dez dias após conseguir alvará de soltura. Posteriormente, um novo pedido de prisão temporária resultou em sua detenção, mas ele foi liberado após o prazo da prisão expirar, antes da conclusão das investigações sobre o assassinato de Luan.


Com a conclusão do inquérito, a polícia solicitou a prisão preventiva de ambos os acusados. Charles Alves Azevedo segue foragido, enquanto Borracha foi preso novamente em 9 de outubro, no bairro Jardim Marilândia, portando ilegalmente uma pistola calibre 38. Ambos foram indiciados por homicídio doloso qualificado.


Veja o vídeo: CENAS FORTES:




A polícia ressaltou que os dois possuem um histórico criminal extenso, envolvendo tráfico de drogas, porte ilegal de armas e tentativas de homicídio. A corporação pede a colaboração da população para localizar Charles Alves Azevedo – Carlinho.

 
 
 

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