

ANÁLISE: A democracia relativa do Palácio Anchieta.
A “retratação” dos “oprimidos pelo PSB” e os limites invisíveis da política capixaba A política do Espírito Santo voltou a expor, nos últimos dias, uma de suas contradições mais sensíveis: a distância entre o discurso público de pluralidade democrática e a prática silenciosa da opressão política. O episódio envolvendo os prefeitos Lorenzo Pazolini e Arnaldinho Borgo é emblemático — não pelo encontro em si, mas pelo ”recuo dos aliados” do Governador Casagrande que veio logo d
há 2 dias














































































