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Bomba nos bastidores: “Superfederação” fecha com Ricardo Ferraço e muda o jogo eleitoral no ES.

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Redação Café com Política ES


Foto: redes sociais/Instagram – Em meados do ano passado, já havia sinais de que essa união pudesse acontecer.


Uma movimentação de peso pode redesenhar o cenário político capixaba. A chamada “superfederação”, formada por dois grandes partidos nacionais, teria definido apoio ao vice-governador Ricardo Ferraço. A informação circula nos bastidores, mas ainda aguarda confirmação oficial.


A Federação União Progressista teria fechado apoio ao vice-governador Ricardo Ferraço na disputa pelo Governo do Espírito Santo, conforme divulgado pelo portal Sim Notícias nesta quinta-feira (26). A decisão, que ainda não foi anunciada oficialmente pelos envolvidos, coloca a federação na coligação ligada ao Palácio Anchieta e reforça o grupo político liderado pelo governador Renato Casagrande.


A União Progressista é formada pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP). No Espírito Santo, a articulação envolve lideranças como o deputado federal Josias da Vitória e o deputado estadual Marcelo Santos, ambos figuras influentes na construção das alianças estaduais.


Embora o martelo ainda não tenha sido batido publicamente, os sinais políticos apontam para um alinhamento cada vez mais consolidado. A presença de Ricardo em agendas recentes ao lado de dirigentes da federação reforçou as especulações de que o acordo estaria sacramentado.


Fiel da balança na disputa


Em um cenário eleitoral considerado equilibrado, a adesão da União Progressista pode ter peso decisivo. A federação reúne expressiva bancada na Câmara dos Deputados e dispõe de tempo relevante de propaganda eleitoral, além de recursos significativos para financiamento de campanha — fatores estratégicos em uma eleição majoritária.


Nos bastidores, a avaliação é de que manter a federação no campo governista era prioridade. Havia o receio de que o bloco pudesse migrar para um projeto alternativo liderado por adversários políticos, como o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, e o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, que ensaiam aproximação visando o pleito estadual.


Movimentações estratégicas


A construção do apoio também passa pela montagem das chapas proporcionais para a Câmara Federal. Lideranças da federação buscam fortalecer seus quadros com nomes competitivos, o que envolve negociações internas e articulações com o governo estadual.


Entre os movimentos recentes, destacam-se filiações e convites feitos a lideranças políticas e nomes com potencial eleitoral, numa estratégia para robustecer o grupo tanto na disputa majoritária quanto proporcional.


Apesar do clima de definição nos bastidores, a oficialização do acordo ainda depende de anúncio formal das siglas e das lideranças envolvidas. Até lá, o cenário segue em compasso de expectativa — mas, se confirmada, a aliança poderá alterar significativamente o tabuleiro político capixaba.

 
 
 

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