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Com mudanças partidárias, Podemos se torna maior bancada na Assembleia do ES.

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Por Addison Viana


Foto: Lucas. S. Costa - O avanço do Podemos foi impulsionado pela chegada de novos nomes, ampliando sua força política dentro da Assembleia.



A Assembleia Legislativa do Espírito Santo passou por uma reconfiguração significativa no dia 7 de abril de 2026, após o encerramento da janela partidária, com a troca de legenda por 11 deputados estaduais, alterando o equilíbrio de forças políticas no plenário em Vitória e redefinindo o peso das bancadas para o próximo ciclo eleitoral.


As mudanças mexeram diretamente no tabuleiro político da Casa. O principal destaque foi o crescimento do Podemos, que assumiu a liderança entre as bancadas com cinco parlamentares, tornando-se a sigla com maior número de representantes no Legislativo estadual.


A nova composição também consolidou o União Brasil como a segunda maior força, agora com quatro deputados, ampliando sua presença após novas filiações durante o período de troca partidária.


Nova composição das bancadas na Ales


Com as mudanças oficializadas, a Assembleia passa a ter a seguinte distribuição:


  • Podemos (5): Alexandre Xambinho, Allan Ferreira, Marcos Madureira, Gandini e Zé Preto

  • União Brasil (4): Denninho Silva, Dr. Bruno Resende, Marcelo Santos e José Esmeraldo

  • Republicanos (3): Alcântaro Filho, Bispo Alves e Pablo Muribeca

  • PL (3): Capitão Assumção, Delegado Danilo Bahiense e Lucas Polese

  • PSB (3): Dary Pagung, Janete de Sá e Tyago Hoffmann

  • PT (2): Iriny Lopes e João Coser

  • MDB (2): Mazinho dos Anjos e Vandinho Leite

  • PP (2): Adilson Espindula e Raquel Lessa

  • DC (2): Callegari e Coronel Weliton

  • Agir (1): Hudson Leal

  • PSD (1): Sergio Meneguelli

  • PDT (1): Fábio Duarte

  • Psol (1): Camila Valadão


Quem cresceu e quem perdeu espaço


O avanço do Podemos foi impulsionado pela chegada de novos nomes, ampliando sua força política dentro da Assembleia. Já o União Brasil também ganhou musculatura ao incorporar parlamentares estratégicos, consolidando-se como protagonista no novo cenário.


Por outro lado, algumas legendas praticamente desapareceram do plenário. É o caso do PSDB, da Rede e do PRD, que ficaram sem representantes após a saída de seus deputados.


Ao mesmo tempo, novas siglas passaram a integrar a Casa, como o Agir, que estreia com Hudson Leal, ampliando a diversidade partidária no Legislativo capixaba.


Trocas que chamaram atenção


Entre as mudanças mais relevantes:


  • Vandinho Leite e Mazinho dos Anjos migraram para o MDB

  • José Esmeraldo deixou o PDT e reforçou o União Brasil

  • Sergio Meneguelli trocou o Republicanos pelo PSD

  • Coronel Weliton passou a integrar o Democracia Cristã

  • Fábio Duarte deixou a Rede e foi para o PDT


Bancadas que permaneceram intactas


Mesmo com a intensa movimentação, alguns partidos mantiveram sua estrutura:


  • PT, com Iriny Lopes e João Coser

  • PSB, com Janete de Sá, Tyago Hoffmann e Dary Pagung

  • Psol, com Camila Valadão


Essas legendas seguem com a mesma formação desde as eleições de 2022.


O que muda na prática


A nova configuração altera diretamente o equilíbrio de forças dentro da Assembleia, impactando:


  • votações importantes

  • articulações políticas

  • formação de blocos

  • e estratégias para as eleições de 2026


Na prática, o Legislativo capixaba entra em uma nova fase, com rearranjos que podem influenciar decisões e alianças nos próximos meses.



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