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Delegado preso em Apiacá por suspeita de importunar menina de 14 anos, deixa a prisão.

  • há 17 horas
  • 2 min de leitura

Por Addison Viana


Foto. Divulgação/PC-ES


A decisão judicial substituiu a prisão em flagrante por medidas cautelares. O caso ocorreu durante uma festa de Carnaval no Sul do Espírito Santo e é apurado pela Corregedoria da Polícia Civil. A defesa do investigado ainda não se manifestou.


O delegado Adhemar Pereira Fully, de 40 anos, foi colocado em liberdade após decisão da Justiça em audiência de custódia realizada nesta semana. Ele havia sido preso em flagrante no domingo (15), durante uma festa de Carnaval no município de Apiacá, no Sul do Espírito Santo, sob suspeita de importunar sexualmente uma adolescente de 14 anos.


Após a análise do caso, o Judiciário determinou que o investigado responda ao processo fora do sistema prisional, mediante o cumprimento de medidas cautelares. Não houve exigência de pagamento de fiança.


Quais são as restrições?


Entre as determinações impostas estão:


  • Proibição de deixar a comarca sem autorização judicial;

  • Obrigação de comparecer a todos os atos do processo;

  • Manter endereço atualizado junto à Justiça;

  • Não frequentar bares;

  • Apresentar-se ao juízo competente em até cinco dias úteis.


O descumprimento das condições poderá resultar em nova prisão.


Entenda o caso


Segundo o boletim de ocorrência, a adolescente relatou ter sido abordada pelo delegado durante a festividade carnavalesca. Conforme o depoimento, ele teria manifestado interesse em “ficar” com a jovem, mesmo após ser informado de que ela tinha 14 anos. Ainda de acordo com o relato, a aproximação teria continuado até que a adolescente procurou o pai.


A Polícia Militar do Espírito Santo foi acionada e conduziu o delegado à delegacia de Cachoeiro de Itapemirim, onde ele foi autuado em flagrante. A arma que estava com ele foi apreendida.


Durante a ocorrência, conforme registro policial, o delegado teria proferido ofensas aos militares e feito ameaças relacionadas à atuação deles.


Investigação interna


Em nota divulgada anteriormente, a Polícia Civil do Espírito Santo informou que não tolera condutas ilegais e que o caso está sendo apurado pela Corregedoria.


A reportagem fez contato com a defesa que informou estar preparando uma nota oficial para fins de divulgação e comunicação e que será enviada à imprensa assim que estiver pronta.



Fonte: Sim Notícias

 
 
 

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