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PF apreende centenas de medicamentos para emagrecimento e celulares em operação no ES.

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura


Por Addison Viana


Foto: PF/ES - Durante as diligências, os policiais encontraram 256 ampolas de tirzepatida e 26 canetas de retatrutida, medicamentos fabricados no Paraguai, além de 19 aparelhos celulares sem documentação.



Uma operação da Polícia Federal realizada na manhã de óntem, quarta-feira (17), em Vitória, resultou na apreensão de centenas de medicamentos utilizados para emagrecimento, além de aparelhos celulares importados sem comprovação do recolhimento dos tributos exigidos pela legislação brasileira. A ação faz parte da Operação Black Station, que investiga a entrada clandestina de produtos estrangeiros no Espírito Santo.


Os agentes cumpriram dois mandados de busca e apreensão, um em uma residência e outro em um estabelecimento comercial ligados ao principal alvo da investigação. Segundo a PF, o suspeito seria responsável por trazer os produtos do exterior, armazená-los e revendê-los no mercado local.


Durante as diligências, os policiais encontraram 256 ampolas de tirzepatida e 26 canetas de retatrutida, medicamentos fabricados no Paraguai e que, de acordo com as investigações, estavam sendo comercializados de forma irregular. Também foram apreendidos 19 aparelhos celulares sem documentação que comprovasse a importação legal.


A Polícia Federal informou que os medicamentos eram destinados ao mercado de emagrecimento, segmento que tem registrado forte crescimento nos últimos anos devido à procura por tratamentos para perda de peso.


As investigações apontam que os produtos entravam no país sem o cumprimento das exigências sanitárias e tributárias previstas na legislação brasileira. A preocupação das autoridades envolve não apenas a questão fiscal, mas também os riscos à saúde pública decorrentes da circulação de medicamentos sem controle adequado dos órgãos competentes.


O investigado poderá responder pelos crimes de descaminho e importação irregular de medicamentos. A apuração também continua para verificar a existência de outros possíveis crimes e identificar eventuais envolvidos no esquema.


Segundo a Polícia Federal, a investigação teve início após uma denúncia recebida por meio do canal oficial Comunica PF, utilizado pela população para informar suspeitas de atividades ilícitas.

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