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“Tratamento desumano”: deputados expõem demora em perícia e cobram resposta imediata no ES.

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Por Addison Viana


Imagem ilustrativa Arte Café IA



A lentidão no atendimento de acidentes com mortes virou pauta urgente na Assembleia Legislativa. Parlamentares apontam falta de estrutura e profissionais na Polícia Científica. Famílias chegam a esperar horas pela liberação de corpos.


Durante sessão ordinária realizada na manhã desta quarta-feira (22), na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, os deputados Coronel Weliton (DC) e Delegado Danilo Bahiense (PL) fizeram duras críticas à demora no atendimento de acidentes de trânsito com vítimas fatais no estado. A cobrança foi direcionada principalmente à estrutura da Polícia Científica, responsável pelas perícias nesses casos.


Ao se pronunciar, Coronel Weliton destacou que a falta de profissionais tem causado atrasos significativos no deslocamento das equipes até os locais das ocorrências, sobretudo no interior. Segundo ele, essa demora gera situações de extremo sofrimento para os familiares das vítimas, que acabam permanecendo por horas aguardando a chegada da perícia, muitas vezes expostos às condições climáticas.


O parlamentar classificou a situação como inaceitável e pediu providências do governo estadual para garantir mais agilidade no atendimento. Ele também ressaltou que o atraso impacta diretamente na liberação dos corpos, o que dificulta a realização de velórios e amplia o transtorno para as famílias.


Na sequência, Delegado Danilo Bahiense reforçou as críticas e apontou a necessidade de ampliação do efetivo da Polícia Científica. De acordo com ele, a deficiência no número de profissionais compromete não apenas o atendimento às ocorrências, mas também a fluidez do trânsito, já que muitos acidentes resultam em interdições prolongadas nas rodovias.


Bahiense ainda chamou atenção para outro problema: a demora na liberação de corpos nos Serviços Médico-Legais (SMLs). Segundo o deputado, famílias têm enfrentado dificuldades para realizar despedidas dignas, devido ao tempo excessivo para conclusão dos procedimentos.


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