Pazolini quebra o silêncio sobre mudança de Arnaldinho e diz: “Nenhuma mágoa”.
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Por Addison Viana

Foto: Reprodução - Arnaldinho Borgo, inicialmente apareceu ao lado de Pazolini durante o Carnaval, mas posteriormente integrou ao bloco ligado a Ricardo Ferraço na disputa pelo governo estadual.
RESUMO: Lorenzo Pazolini (Republicanos) comentou, durante sabatina no Bastidores do Poder ES, a mudança de posicionamento do prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (PSDB), que deixou de caminhar politicamente ao seu lado e passou a aparecer em agendas ligadas ao grupo de Ricardo Ferraço (MDB). Pazolini afirmou que respeita a decisão e negou qualquer ressentimento. O candidato disse que os dois continuam conversando e mantendo uma relação de estima. Para ele, divergências políticas fazem parte da democracia e não devem impedir o diálogo.
Candidato ao governo do Espírito Santo afirmou que respeita a decisão do prefeito de Vila Velha e garantiu que os dois continuam mantendo diálogo
O candidato ao governo do Espírito Santo Lorenzo Pazolini (Republicanos) comentou, durante uma sabatina no Bastidores do Poder ES, sobre a mudança de posicionamento do prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, que inicialmente apareceu ao lado dele durante o Carnaval, mas posteriormente esteve no bloco ligado ao adversário de Pazolini na disputa pelo governo estadual. Questionado sobre o episódio, Pazolini afirmou que respeita a escolha do prefeito e garantiu que não ficou qualquer ressentimento entre os dois.
A pergunta colocou na mesa um episódio que chamou atenção no cenário político capixaba: Arnaldinho foi visto inicialmente ao lado de Pazolini no Sambão do Povo, mas depois acabou participando de uma agenda ligada ao grupo político de Ricardo Ferraço (MDB), adversário de Pazolini na corrida pelo Palácio Anchieta.
Sem adotar um tom de confronto, Pazolini classificou a mudança como parte natural do processo político.
Segundo o candidato, houve diálogo entre os dois naquele período e o prefeito chegou a caminhar politicamente ao seu lado. Posteriormente, Arnaldinho teria optado por mudar de direção.
“Cada um faz as suas escolhas naquele momento e avalia o cenário, faz uma prospecção, pensa no futuro. Isso é normal da democracia”, afirmou.
“Nenhuma mágoa”, garante Pazolini
Ao ser questionado diretamente se havia ficado algum tipo de ressentimento com o prefeito de Vila Velha, Pazolini foi enfático:
“Nenhuma mágoa.”
O candidato disse que já encontrou Arnaldinho outras vezes depois do episódio e que os dois continuam conversando.
Pazolini também aproveitou para explicar sua maneira de lidar com divergências dentro da política. Segundo ele, ficar alimentando ressentimentos pode ser prejudicial, principalmente em uma atividade que considera desgastante e que exige contato permanente com a população.
“Segue a vida, toca a vida”, resumiu o candidato.
Política acima das diferenças
Na avaliação de Pazolini, decisões eleitorais podem mudar conforme o momento político e as circunstâncias de cada grupo. Para ele, o mais importante não seria transformar essas diferenças em conflitos pessoais.
O candidato afirmou que continua tendo estima pelo prefeito de Vila Velha e que pretende preservar o relacionamento entre os dois, independentemente das escolhas políticas feitas ao longo da disputa.
A declaração também revela uma estratégia de Pazolini de evitar transformar o episódio em uma crise pública. Em vez de atacar Arnaldinho, o candidato preferiu enfatizar o respeito à democracia e a necessidade de manter o diálogo.
“O que importa é a melhoria de vida”
Ao final da resposta, Pazolini deslocou o foco da disputa política para a atuação administrativa. Ele afirmou que as diferenças entre candidatos e grupos políticos deveriam ficar em segundo plano diante da necessidade de melhorar a vida da população.
“O que importa, efetivamente, é a melhoria de vida. São as políticas públicas para a melhoria daquilo que nós acreditamos”, declarou.
A fala ocorre em meio à movimentação dos grupos políticos para a disputa pelo governo do Espírito Santo em 2026 e mostra que, apesar das mudanças de alianças e posicionamentos, Pazolini pretende manter aberta a porta do diálogo com antigos aliados.


























































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