Serginho Meneghelli revela preferência por Flávio Bolsonaro em eventual 2º turno: “Minha tendência hoje seria mais do lado dele”.
há 10 horas
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Por Addison Viana

Foto: Reprodução - Serginho Meneghelli afirmou, que sua tendência, neste momento, seria apoiar Flávio Bolsonaro (PL) caso ele vá para o segundo turno com Lula.
RESUMO: O deputado estadual e candidato ao Senado Serginho Meneghelli (PSD) afirmou, durante sabatina promovida pelo Grupo SIM, que sua tendência atualmente é apoiar Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno contra o presidente Lula. Apesar da declaração, Meneghelli disse que ainda não analisou os programas de governo dos dois candidatos e ressaltou que não considera seu posicionamento definitivo. O parlamentar também afirmou que, caso seja eleito senador, pretende manter independência em relação ao governo federal. Sobre a disputa pelo Governo do Espírito Santo, disse que mantém diálogo com diferentes grupos políticos.
Serginho Meneghelli admite preferência por Flávio Bolsonaro em eventual disputa contra Lula
O deputado estadual e candidato ao Senado Serginho Meneghelli (PSD) afirmou, durante uma sabatina do Grupo SIM, que sua tendência, neste momento, seria apoiar Flávio Bolsonaro (PL) caso o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro enfrente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições de 2026. A declaração foi dada ao responder a uma pergunta sobre sua posição diante dos dois nomes que, segundo a pergunta apresentada na sabatina, aparecem na liderança das pesquisas.
Meneghelli, entretanto, fez uma ressalva. O candidato disse que ainda não havia parado para analisar os programas apresentados por Lula e Flávio e, por isso, não considera ter uma posição definitiva sobre a disputa presidencial.
“Minha tendência hoje seria mais do lado, pelo que eu sempre fui, do lado do Flávio”, declarou.
Apesar da proximidade ideológica manifestada, o deputado também afirmou que não concorda integralmente com a forma como a candidatura de Flávio Bolsonaro foi construída.
Preferência não significa compromisso, diz candidato
Ao explicar sua posição, Meneghelli procurou separar uma eventual escolha presidencial de sua atuação caso consiga uma vaga no Senado Federal.
Segundo ele, sua postura no Congresso seria independente, independentemente de quem estiver ocupando a Presidência da República.
O candidato afirmou que pretende exercer o mandato da mesma maneira diante de qualquer presidente eleito, citando Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro, Lula e outros nomes que estejam na disputa.
A declaração reforça uma das principais características que Meneghelli procura apresentar ao eleitorado: a de manter autonomia política mesmo diante de eventuais alianças ou afinidades ideológicas.
“Não tenho coligação”, afirma Meneghelli
Durante a sabatina, o deputado também foi questionado sobre a eleição para o Governo do Espírito Santo e explicou como pretende se posicionar diante dos diferentes grupos que participam da disputa.
Meneghelli afirmou que mantém compromisso com o presidente de seu partido, mas ressaltou que circula por diferentes regiões e mantém contato com candidatos de grupos distintos.
Ele citou agendas ao lado de integrantes ligados a Ricardo Ferraço (MDB) e também compromissos com pessoas próximas a Pazolini (Republicanos).
“Eu não tenho coligação, meu bloco é o bloco do eu sozinho”, afirmou.
O candidato explicou que sua aproximação com diferentes grupos não significa, necessariamente, adesão integral às respectivas candidaturas. Segundo ele, há pessoas que considera qualificadas e de boa reputação em diferentes campos da disputa eleitoral.
Uma escolha ainda em aberto
Embora tenha apontado Flávio Bolsonaro como sua preferência atual, Meneghelli deixou claro que ainda pretende avaliar as propostas antes de tomar uma decisão definitiva.
A fala, portanto, coloca o candidato ao Senado em uma posição de simpatia inicial pelo nome de Flávio, mas sem transformar essa preferência em um compromisso eleitoral fechado.
A declaração ganha relevância no cenário de 2026 porque parte de um candidato que disputa uma das duas vagas ao Senado pelo Espírito Santo e que, ao mesmo tempo, afirma querer preservar independência em relação ao futuro governo federal.


























































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